quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Dia mundial da luta contra a sida
O Dia Mundial de Luta Contra a
Sida comemorou-se esta terça-feira, 1 de dezembro, reunindo pessoas de todo o
mundo, com o objetivo de sensibilizar, informar e demonstrar solidariedade
internacional.
Em Portugal, a Direção-Geral da
Saúde (DGS) comemora este dia, através do Programa Nacional para a Infeção
VIH/Sida, no seguimento da proposta efetuada em 1988 pela Organização Mundial
da Saúde.
O Dia Mundial da luta contra contra
a SIDA, foi instituído em para que a
luta continue a existir.
Em Portugal os esforços feitos já
resultaram no decréscimo do número de novos casos de infeção por VIH e de
óbitos, em 2014. Mas, ainda assim, em cerca de metade dos casos, os diagnósticos
continuam a ser complicados de resolver.
É certo que os avanços nos
tratamentos têm permitido aos doentes viver mais tempo e com mais qualidade,
mas um dos problemas que persiste prende-se com a dificuldade no diagnóstico, o
que acaba por atrasar o acesso ao tratamento e, por consequência, 1/3 das
mortes deve-se ao atraso no diagnóstico.
Um dos objetivos da Organização
Mundial de Saúde até 2020 é conseguir detetar 90% dos casos a nível mundial.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Aquecimento global
O Aquecimento global pode ser definido como o processo de elevação média das temperaturas da Terra ao longo do tempo. Segundo a maioria dos estudos a sua ocorrência está sendo acelerada pelas atividades humanas, provocando problemas atmosféricos e no nível dos oceanos, devido ao derretimento dos gelos.
O século XX foi o mais quente dos últimos tempos,
com um crescimento médio das
temperaturas de todo o globo terrestre. A estimativa é que as temperaturas continuem a subir ao longo do século XXI caso o Homem não modifique a sua postura ambiental.
O aquecimento
global será muito grave e irreversível, provocando a elevação dos oceanos,
perdas agrícolas, entre outras inúmeras catástrofes geradas pelas alterações no
clima e na disposição dos elementos e recursos naturais.
Causas do Aquecimento Global
A principal causa do aquecimento global, é intensificação
do efeito estufa, um fenómeno natural responsável pela manutenção do calor na
superfície terrestre, mas que está sendo intensificado de forma a causar
prejuízos. Com isso, a emissão dos chamados gases-estufa será o principal problema em questão.
Os gases-estufa
mais conhecidos são o dióxido de carbono e o gás metano. Além desses, citam-se o óxido nitroso, e o enxofre,. Essa listagem foi estabelecida pelo
Protocolo de Kyoto, e sua presença na atmosfera estaria sendo intensificada por
práticas humanas, como a emissão de poluentes pelas indústrias, pelos veículos,
pela queima de combustíveis fósseis e até pela pecuária.
O principal órgão
responsável pela divulgação de dados e informações sobre o Aquecimento Global é
o Painel Internacional sobre Mudanças Climáticas (IPCC), um órgão ligado à
Organização das Nações Unidas (ONU).
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Problemas ambientais preocupam a maioria dos portugueses
Os problemas
ambientais fazem hoje parte das preocupações permanentes da esmagadora maioria
dos portugueses. No Euro barómetro os
portugueses aparecem como os campeões europeus da poupança de água. Cerca de 63%
dos inquiridos dizem que estão a reduzir o consumo do precioso líquido por
razões ambientais, quando a média europeia é de 37%.
A atitude dos portugueses também está a mudar rapidamente
porque há problemas graves que continuam por resolver e alguns deles, como a
mobilidade, podem piorar devido aos cortes no investimento público e no
investimento das empresas públicas de transportes. É o caso da rede
ferroviária, onde a degradação do serviço prestado à população e dos horários é
já bem evidente.
Noutras frentes os avanços são contraditórios, como acontece
nos lixos. Com efeito, o Euro barómetro revela que 71% dos portugueses separam
o lixo para reciclagem, um valor próximo da média europeia (72%). Mas as
estatísticas oficiais indicam que apenas 13% do lixo produzido em Portugal é
reciclado, contra uma média de 25% na UE. Quanto ao restante, 54% vai para
aterro sem qualquer tratamento, 18% para incineração e 15% para compostagem. O objetivo
nacional é chegar a 2020 com 53% de reciclagem, um pouco acima da meta fixada
pela UE para a média dos 28 estados-membros (50%), mas estamos ainda muito
longe e faltam poucos anos para o conseguirmos.
Bom desempenho na energia
Em contrapartida, no consumo de energias renováveis Portugal
continua a registar um dos melhores desempenhos a nível europeu, No seu discurso na Cimeira do Clima da ONU em Nova Iorque, o ministro
do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia, Jorge Moreira da Silva,
lembrou que Portugal já tem 27% de energia renovável no consumo final de
energia e quase 60% no fornecimento de electricidade, sendo a dependência
energética do exterior (em combustíveis fósseis) a mais baixa dos últimos 20
anos (72%).
O ministro destacou também o lançamento recente do
Compromisso para o Crescimento Verde, um plano a longo prazo que define dezenas
de metas quantificadas e de novas iniciativas para promover ao mesmo tempo a
proteção do ambiente e um crescimento económico sustentável. foram assinaladas cinco metas para 2030: o aumento do valor acrescentado verde a uma
taxa anual de 5%, a criação de empregos verdes ao ritmo de 4% ao ano e a sua
duplicação, a redução das emissões de gases com efeito de estufa em 30% a 40%,
cerca de 40% de energia renovável no total do consumo e um crescimento de 30%
na produtividade do uso de recursos naturais.
Rita Damião e Diogo Calhariz
A poluição no rio Almonda
A poluição no rio Almonda, já ultrapassou todos os limites e
violou todas as leis em vigor no país, acabando por se transformar numa derrota
para todos os grupos ambientais em Portugal, nomeadamente a Quercus.
Há mais de três décadas que se fazem descargas ilegais de
esgotos e resíduos industriais sem tratamento no rio Almonda.
No verão, o cheiro que tresanda nas margens do rio é horrível. E
mesmo sabendo que as águas estão contaminadas, existem muitas pessoas que não
têm outra alternativa se não utilizar as mesmas nas regas das suas plantações
agrícolas. Ou seja, para além de um crime ambiental que já tem `barba`, a
poluição do rio Almonda também poderá afetar a saúde das pessoas que vivem
perto das suas margens.
O ministro do ambiente
já prometeu identificar os provocadores e aplicar-lhes coimas. Mas até ao
momento, ainda ninguém foi punido por este crime ambiental. Ou seja, estamos
perante um crime ambiental que continua impune. O que não deixa de ser
vergonhoso. Sabe-se que foram investidos 10 milhões de euros na requalificação
das estações de tratamento de águas residuais no concelho de Torres Novas, mas
a verdade é que a poluição das primeiras chuvas de outono e as descargas
ilegais prosseguem.
O rio Almonda que nos
tempos dos nossos avós era considerado uma pérola ambiental do concelho foi
praticamente assassinado. A sua água cristalina ideal para banhos de verão e
lugar de pescarias, transformou-se num esgoto a céu aberto e um lugar
maquiavélico em termos ambientais. A cor da água é esverdeada (e nalguns casos
avermelhada escuro e oleosa), o cheiro é nauseabundo e olhando para o seu
leito, deparamo-nos apenas com uma lama escura.
A Câmara Municipal da Golegã esta a fazer um investimento de
um milhão de euros na margem ribeirinha da freguesia da Azinhaga.
O objetivo será
garantir um Almonda mais limpo e despoluído mas se não houver uma intervenção
por parte das autoridades competentes e no terreno, este dinheiro público
poderá ser desperdiçado.
O rio Almonda nasce na
serra D’aire, atravessa a fronteira dos concelhos de Torres Novas e da Golegã na zona do paul do Boquilobo, a primeira
reserva natural em Portugal que foi classificada pela UNESCO como um exemplo
ambiental único e uma reserva da biosfera, em 1981.
Mas, se a poluição do
rio Almonda continuar impune, é natural que esta reserva venha a ser afetada,
uma vez que a água que chega a esta área ecológica protegida é oleosa,
esverdeada e pestilenta.
Esta preocupação já chegou aos responsáveis da
Quercus. Há uns dias atrás, João Branco presidente desta organização
ecologista, reconheceu publicamente que “temos falta de meios para penalizar os
poluidores dos rios em Portugal”. Eis a realidade do ambiente do nosso país.
Tudo leva a crer que a
poluição dos rios em Portugal vai continuar. E se assim for,
isso provocará a diminuição da biodiversidade e afetará toda a cadeia
alimentar nacional.
Virgínia Roque
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Problemas ambientais
Por poluição entende-se a introdução pelo Homem, directa ou indirectamente de substâncias ou energia no ambiente provocando um efeito negativo no seu equilíbrio, causando assim danos na saúde humana, nos seres vivos e no ecossistema ali presente.
As causas da poluição ambiental:
A poluição ambiental tem em geral, duas causas principais, responsáveis pelo atual estado decadente do nosso planeta.
Uma delas a tendência que o Homem, sempre sentiu para a mecanização como nenhum outro ser vivo. O Homem consegue transformar as matérias- primas de que dispõe, de forma a torná-las úteis.
Outra são os grandes aglomerados populacionais que provocam muita poluição criando as chamadas cidades sufocadas.
Jéssica Rodrigues
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