quarta-feira, 9 de março de 2016
Património cultural de Torres Novas - A Igreja de S. Pedro
A Igreja de São Pedro situa-se em Torres
Novas. Admite-se que possa ter sido edificada no século XIV, em lugar de uma pequena capela já lá existente. Este templo é o
expoente máximo e o símbolo da freguesia de São
Pedro.
Não
sendo um templo de rara beleza arquitetónica, tem a
curiosidade de sua entrada principal ter sido feita no alçado lateral, nesta
entrada destaca-se o relevo por cima da porta das chaves, símbolo de São Pedro. Curioso também é saber que
a torre sineira serviu como modelo para a torre da Igreja de Salvador.
O seu
interior tem três naves separadas apenas por colunas delgadas, fazendo lembrar
os princípios da arquitetura Gótica, onde a leveza se alia à grandiosidade. O
altar é curiosamente feito em pedra. Na igreja pode-se visualizar ainda seis
belos quadros com temas bíblicos. A capela da Santíssima Trindade contem a arca
tumular de D. João Rodrigues
Pimentel (- a. 18 de Abril de 1335 foi um nobre e
militar português).
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Teias alimentares
Na natureza, alguns seres podem ocupar vários papéis em diferentes cadeias alimentares. Quando comemos uma maçã, por exemplo, ocupamos o papel de consumidores primários. Já ao comer um bife, somos consumidores secundários, pois o boi, que come a erva, é consumidor primário.
Muitos outros animais também têm
alimentação variada. Um organismo pode se alimentar de diferentes seres vivos,
além de servir de alimento para diversos outros. O resultado é que as cadeias
alimentares se cruzam na natureza, formando o que chamamos de teias alimentares
(Produtores)
(Consumidor
primário) (Consumidor secundário)
Plantas, frutos e
sementes
Pica-Pau
Gavião
ou
(Produtores)
(Consumidor
primário) (Consumidor secundário)
(Consumidor
terciário)
Plantas, frutos e sementes
Pica-Pau
Cobra
Gavião
Uma
pesquisa mostrou que aves morreram intoxicadas pelo inseticida. Os investigadores
descobriram que o inseticida entrou na cadeia alimentar.
Na
teia alimentar, assim como na cadeia alimentar, podemos agrupar os organismos de
acordo com os seus hábitos alimentares.
Os
organismos podem ser classificados em:
→ Produtores: São os seres que são capazes de produzir o seu
próprio alimento. Eles representam sempre o primeiro nível de uma cadeia
alimentar. Nesse grupo, temos as plantas, algas e algumas bactérias.
→ Consumidores: São organismos que se alimentam de outros seres
vivos. Um animal herbívoro que se alimenta de um produtor é um exemplo de
consumidor, assim como o animal que se alimenta desse herbívoro. Os
consumidores podem ser classificados em primários, secundários, terciários e
assim sucessivamente. Os primários são aqueles que se alimentam dos produtores;
os secundários são aqueles que se alimentam dos primários; os terciários são
aqueles que se alimentam dos secundários e assim por diante.
→ Decompositores: São organismos que realizam o processo
de decomposição e atuam sobre todos os seres vivos. Como exemplo de
decompositores, podemos citar os fungos e bactérias.
A teia alimentar representa mais fielmente um ecossistema, pois
demonstra as redes formadas por diferentes cadeias de maneira simultânea. Quando analisamos apenas uma cadeia
alimentar, verificando apenas uma porção das diversas interações alimentares
existentes.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Cadeias alimentares
Uma Cadeia Alimentar é uma sequência de organismos interligados por relações de alimentação.
Ao longo da cadeia alimentar há uma transferência de energia e de nutrientes, sempre no sentido dos produtores para os consumidores. A transferência de nutrientes fecha-se com o retorno dos nutrientes aos produtores, possibilitado pelos decompositores que transformam a matéria orgânica dos cadáveres e excrementos em compostos mais simples, num ciclo de transferência de nutrientes. A energia, por outro lado, é utilizada por todos os seres que se inserem na cadeia alimentar para sustentar as suas funções, diminuindo ao longo da cadeia alimentar (perde-se na forma de calor), não sendo reaproveitável.
Nas últimas aulas estudámos diferentes cadeias alimentares e desenhámos algumas das estudadas.
Informação retirada daqui
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
O que colocar no ecoponto verde?

A composição do vidro de embalagem (garrafas, boiões e frascos de vidro) não é a mesma de outros tipos de vidro (copos, espelhos, pirexs, etc.) e por esse motivo não fundem à mesma temperatura. Se forem colocados no ecoponto podem dar origem a objetos de vidro com defeito de fabrico e inviabilizar todo um lote de vidro reciclado.
Desta forma, para assegurar que o vidro reciclado seja 100% viável, deverá
ter em atenção esta questão tão importante!
Por isso lembre-se: No Ecoponto Verde deverá colocar apenas embalagens de
vidro: Frascos de vidro, boiões e garrafas! E para que não restem dúvidas, aqui
deixamos uma lista de materiais que deve e que não deve colocar no Ecoponto
Verde.
O que colocar no ecoponto amarelo
Todos os objetos que tenham na sua composição plástico e metal e que sejam embalagens. As embalagens têm materiais relativamente uniformes, o que não acontece com
outros objetos. Desta forma, todos os objetos que não sejam
embalagens, não deverão ser colocados no Ecoponto Amarelo.
Senão vejamos: Um eletrodoméstico é
feito de metal; logo poderíamos achar que o deveríamos colocar no Ecoponto
Amarelo. Mas um eletrodoméstico tem, no seu interior, muitos outros componentes
que impedem a sua reciclagem juntamente com os outros metais: é necessário
proceder a uma separação prévia de todos os componentes. Este é apenas um
exemplo. Existem alguns outros a ter em conta. Por exemplo tachos e panelas,
ferramentas em metal, talheres (de plástico ou metal) e baldes são alguns
exemplos de materiais que não se devem colocar no ecoponto Amarelo, devido à
sua composição.
Mas, para que não fiquem dúvidas, consulte a lista de materiais que deve ou não deve colocar no ecoponto Amarelo. Desta forma terá a certeza de estar a tomar a decisão correta quanto ao encaminhamento destes materiais e terá também a certeza de que os mesmos serão devidamente reciclados e transformados em novos produtos.
Reciclar pilhas

As pilhas e baterias usadas são lixo tóxico e podem
oferecer grande risco ao meio ambiente se não forem descartadas corretamente.
Mas por que as pilhas podem ser tão tóxicas e
prejudicar o meio ambiente?
A resposta está na sua composição: as pilhas são compostas de
metais pesados e tóxicos, como o mercúrio, chumbo e o cádmio, que quando jogados
incorretamente em contentores e aterros comuns podem contaminar o solo e os lençóis
freáticos. Se estes metais forem parar à água e entrarem na cadeia
alimentar, podem causar sérios problemas à saúde como cancro e danos no sistema
nervoso central.
A melhor solução para o perigo ambiental que as pilhas e baterias
usadas representam, é a conscientização e a redução do consumo das pilhas que
contenham estes metais pesados. Também é preciso que os fabricantes invistam em
pesquisas para substituir os metais por outras substâncias menos nocivas ao
meio ambiente e com maior durabilidade.
Devemos utilizar sempre pilhas recarregáveis e devemos colocar
sempre as pilhas gastas no pilhão
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